Mas ainda mantem o quadro indefinido.
As projecoes e resultados - a serem confirmados, indicam a vitoria do Senador Obama em maior numero de estados da previa democrata.
Mas a senadora Hillary Clinton conseguiu abocanhar os dois maiores colegios eleitorais - fazendo um maior numero de delegados com direito a votos ao final.
Do lado republicano, o senador John McCain saiu com vantagem, mas ao ser derrotado nos estados considerados mais conservadores pelos republicanos, ainda mantem na disputa os outros candidatos.
As proximas horas prometem expectativas e acordos.
Muitos acordos.
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008
Eleicoes americanas: Super-Terca apruma Hillary e MCcain
Cartoes Corporativos: Defesa pifia de Dilma Roussef e Franklin Martins
Foi o que se viu, na coletiva de imprensa convocada pelos ministros, para apresentar esclarecimentos sobre o uso irregular dos cartoes de credito do governo, e de seu controle.
A palavra "tranquilidade" foi utilizada uma dezena de vezes pelo porta-voz do governo na entrevista, para definir como se pensa no ambito do palacio do planalto - respondendo aos anseios do proprio presidente Lula, como mencionou.
Ao contrario pensam opositores do governo, membros da base aliada, o ministro Marco Aurelio de Melo e a AMB, que na linha oposta do que afirmou Dilma Roussef, nao vem precedentes constitucionais para colocar sob sigilo gastos do erario publico que sustentam a presidencia e alguns ministerios.
Ao afirmar que planeja nao mais divulgar a quem se destinam os pagamentos com o cartao corporativo, a ministra Dilma Roussef esta trafegando em rota de colisao - nao apenas com a opiniao publica, que ja se manifestou de maneira bem clara sobre a questao.
E dar um tiro - perigoso, no proprio pe.
Ainda que uma falsa sensacao de seguranca com a abertura de nomeacoes para cargos vacantes, na tentativa de inviabilizar a abertura de uma CPI sobre o assunto possa ter, momentaneamente, ofuscado seu entendimento a respeito do assunto.
Mas nunca deveria ter lhe tirado a razao: Qualquer gasto publico precisa de acompanhamento.
Nao existe pretexto em contrario que sustente a tese.
Nem mesmo a fantasia de "seguranca de estado" invocada pela ministra.
Para cobrir gastos que - como diria Elio Gaspari, a patuleia nao sabia que tinha.
Mas paga.
A palavra "tranquilidade" foi utilizada uma dezena de vezes pelo porta-voz do governo na entrevista, para definir como se pensa no ambito do palacio do planalto - respondendo aos anseios do proprio presidente Lula, como mencionou.
Ao contrario pensam opositores do governo, membros da base aliada, o ministro Marco Aurelio de Melo e a AMB, que na linha oposta do que afirmou Dilma Roussef, nao vem precedentes constitucionais para colocar sob sigilo gastos do erario publico que sustentam a presidencia e alguns ministerios.
Ao afirmar que planeja nao mais divulgar a quem se destinam os pagamentos com o cartao corporativo, a ministra Dilma Roussef esta trafegando em rota de colisao - nao apenas com a opiniao publica, que ja se manifestou de maneira bem clara sobre a questao.
E dar um tiro - perigoso, no proprio pe.
Ainda que uma falsa sensacao de seguranca com a abertura de nomeacoes para cargos vacantes, na tentativa de inviabilizar a abertura de uma CPI sobre o assunto possa ter, momentaneamente, ofuscado seu entendimento a respeito do assunto.
Mas nunca deveria ter lhe tirado a razao: Qualquer gasto publico precisa de acompanhamento.
Nao existe pretexto em contrario que sustente a tese.
Nem mesmo a fantasia de "seguranca de estado" invocada pela ministra.
Para cobrir gastos que - como diria Elio Gaspari, a patuleia nao sabia que tinha.
Mas paga.
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