Não poderia deixar passar desapercebido por aqui, o que está sendo considerado um dos maiores feitos da física e da engenharia dos últimos tempos.
Ele mesmo, o gigantesco acelerador de partículas contruído e instalado na europa (com a participação de cientistas brasileiros - viva!), que tem como principal objetivo repetir - em escala reduzida, claro - o que poderia ter sido o choque de partículas atômicas que criou o universo.
Como leigo (muito leigo) que sou, ao me comparar com renomados cientistas e teóricos da física, fico me perguntando: Ao encontrar as respostas que buscam e quem sabe, a partícula que pode ter dado origem ao que somos e conhecemos, poderíamos nos valer dela para criar um outro universo, paralelo? Um outro planeta, talvez?
Em estado primitivo de criação, para despachar para lá - imediatamente - uma boa parte daqueles que fazem da Terra um lugar cada vez mais difícil de habitar.
Se num momento posterior, o desta beleza que temos em mãos agora -e não conseguimos cuidar com carinho, já com mais consciência dos erros cometidos, quem sabe para mudarmos para lá?
Seja como for, e independente do resultado da experiência principal - que deverá ocorrer dentro de um período estimado em três anos, vale a pena a lembrança:
Se mundo igual não há, razão dobrada para cuidar do que temos por aqui.
Viva a Terra!
quinta-feira, 18 de setembro de 2008
O Big Bang (de novo?)
Fim de inverno com... Granizo (em MG)
Até mesmo para quem escreve - e vive de tudo um pouco, existem situações inusitadas.É o que acontece com este humilde colunista, em viagem pelo sudeste esta semana, ao se deparar no meio de...uma chuva de granizo.
E das grandes - quero me referir ao tamanho das pedras de gelo!
A esta altura todos os principais veículos de comunicação do país já repassaram a informação do que aconteceu em plena Belo Horizonte e região metropolitana.
Eu, que vivi a experiência de estar num táxi a caminho da Savassi, na av. Antônio Carlos altura da UFMG, que foi colhido de surpresa (ainda que as nuvens cinza-chumbo quase tocando o chão significassem alguma coisa séria...), por uma longa precipitação (quase 15 minutos...) de pedras de gelo do tamanho de laranjas e ovos, já tenho uma experiência para compartilhar com os netinhos.
Difícil de imaginar historinha igual.
E de esquecer.
Crise do mercado financeiro nos EUA se generaliza
Não bastassem os problemas que já afligem os americanos, por conta da globalização dos mercados financeiros (sabe-se onde começam mas não onde terminam), as bolsas de valores vivem esta semana um dos piores momentos de sua história, desde a grande depressão americana na década de 30.
No Brasil, como não poderia deixar de ser - e em que pese a constante grita das autoridades para tranquilizar investidores, a BOVESPA teve o pior momento em décadas, com perdas recordes que alcançaram uma média superior a 6 pontos percentuais em apenas dois dias: Após a turbulência da segunda - capitaneada pelas informações de concordata e de possível pré-falência de outro grande banco de investimentos americano, seguida da notícia de que a AIG - uma das três maiores seguradoras do mundo se encontrava em igual situação de quebra.
Bolsas americanas, européias - com destaque para as grandes baixas ocorridas na Alemanha e Inglaterra, e asiáticas sofreram os sintomas de contágio, e despencaram.
Isso para não falar na Rússia, que por dois dias consecutivos - em razão da baixa de mais de 20% em seus índices, travou preventivamente as operações no mercado de capitais, enquanto estuda quais medidas adotar para não ver pulverizadas as suas reservas - de cerca de 600 bilhões de dólares.
Exemplo que serve de alerta para os que insistem em alardear a nossa segurança: O brasil possui hoje cerca de 1/3 das reservas de lá.
Em que pese a injeção conjunta de recursos financeiros, realizada pelos principais bancos centrais dos países - a começar pelo FED, o Banco Central dos EUA, com um aporte mundial que já alcança, apenas nesta semana, a casa dos 500 bilhões de dólares (isso mesmo, meio trilhão), e da mudança de controle de bancos nos EUA e outros países como a Inglaterra, os rumos dos mercados e a extensão dos prejuízos são incertos.
O que nos leva a pensar: Mesmo com as grandes empresas de auditoria acompanhando a vida dos bancos de investimento e comerciais mundo a fora, emitindo balanços e avaliando movimentações financeiras, como não se viu - ou imaginou - que o problema alcançaria esta escalada?
Estavam erradas as contas - e por consequência as auditagens?
Ou eram repassadas informações que não representavam com fidelidade a situação corrente - de liquidez de ativos, colocando em xeque novamente a capacidade de auditoria das mesmas?
Até porque, executivos de bancos de investimento - que estão no centro da crise, receberam durante os últimos anos bônus anuais por bom desempenho (isto mesmo, bom desempenho) que alcançaram cifras astronômicas, na casa dos U$ 25 milhões.
Seja como for, com a crise um outro tipo de alerta vem a tona: Com balanços tão distantes da realidade, em que - ou quem, confiar?
No Brasil, como não poderia deixar de ser - e em que pese a constante grita das autoridades para tranquilizar investidores, a BOVESPA teve o pior momento em décadas, com perdas recordes que alcançaram uma média superior a 6 pontos percentuais em apenas dois dias: Após a turbulência da segunda - capitaneada pelas informações de concordata e de possível pré-falência de outro grande banco de investimentos americano, seguida da notícia de que a AIG - uma das três maiores seguradoras do mundo se encontrava em igual situação de quebra.
Bolsas americanas, européias - com destaque para as grandes baixas ocorridas na Alemanha e Inglaterra, e asiáticas sofreram os sintomas de contágio, e despencaram.
Isso para não falar na Rússia, que por dois dias consecutivos - em razão da baixa de mais de 20% em seus índices, travou preventivamente as operações no mercado de capitais, enquanto estuda quais medidas adotar para não ver pulverizadas as suas reservas - de cerca de 600 bilhões de dólares.
Exemplo que serve de alerta para os que insistem em alardear a nossa segurança: O brasil possui hoje cerca de 1/3 das reservas de lá.
Em que pese a injeção conjunta de recursos financeiros, realizada pelos principais bancos centrais dos países - a começar pelo FED, o Banco Central dos EUA, com um aporte mundial que já alcança, apenas nesta semana, a casa dos 500 bilhões de dólares (isso mesmo, meio trilhão), e da mudança de controle de bancos nos EUA e outros países como a Inglaterra, os rumos dos mercados e a extensão dos prejuízos são incertos.
O que nos leva a pensar: Mesmo com as grandes empresas de auditoria acompanhando a vida dos bancos de investimento e comerciais mundo a fora, emitindo balanços e avaliando movimentações financeiras, como não se viu - ou imaginou - que o problema alcançaria esta escalada?
Estavam erradas as contas - e por consequência as auditagens?
Ou eram repassadas informações que não representavam com fidelidade a situação corrente - de liquidez de ativos, colocando em xeque novamente a capacidade de auditoria das mesmas?
Até porque, executivos de bancos de investimento - que estão no centro da crise, receberam durante os últimos anos bônus anuais por bom desempenho (isto mesmo, bom desempenho) que alcançaram cifras astronômicas, na casa dos U$ 25 milhões.
Seja como for, com a crise um outro tipo de alerta vem a tona: Com balanços tão distantes da realidade, em que - ou quem, confiar?
Ética e Responsabilidade Social se aprendem...na escola!
A importância - e a relevância da tão falada "Responsabilidade Social Empresarial", pode ser medida no mundo corporativo por um indicador bastante seguro: As principais escolas de administração e de negócios, a exemplo do que já ocorre nos EUA e Europa, incluíram definitivamente o tema em seus programas de formação e especialização.
Para que se tenha uma idéia, pesquisas apontam que o tema faz parte do dia-a-dia de empresas das mais diferentes áreas de atuação, sejam pequenas ou grandes.
Por esta razão, ambientes tradicionais de ensino superior como a FGV, IBMEC, COPEAD-UFRJ, PUC, USP, entre muitos outros incluíram nos últimos anos em seus currículos - de graduação e especialização, o tema.
Vem crescendo, igualmente, por parte das empresas a busca por profissionais e executivos que tenham uma noção mais precisa de como interagir com a questão social, de maneira que possam auxiliá-las na construção de indicadores de sustentabilidade, não apenas para um melhor posicionamento em seus mercados mas, principalmente, pela capacidade de empreender resultados que aprofundem o papel social das organizações frente a sociedade.
Um dos maiores responsáveis no acompanhamento das ações sociais de empresas brasileiras, o Instituto ETHOS (www.ethos.org.br) torna acessível a qualquer empresa ou empreendedor, um conjunto de informações úteis e práticas, ao tempo em que publica anualmente um relatório com aquelas que mais se destacam.
Vale a pena conferir!
E investir.
Para que se tenha uma idéia, pesquisas apontam que o tema faz parte do dia-a-dia de empresas das mais diferentes áreas de atuação, sejam pequenas ou grandes.
Por esta razão, ambientes tradicionais de ensino superior como a FGV, IBMEC, COPEAD-UFRJ, PUC, USP, entre muitos outros incluíram nos últimos anos em seus currículos - de graduação e especialização, o tema.
Vem crescendo, igualmente, por parte das empresas a busca por profissionais e executivos que tenham uma noção mais precisa de como interagir com a questão social, de maneira que possam auxiliá-las na construção de indicadores de sustentabilidade, não apenas para um melhor posicionamento em seus mercados mas, principalmente, pela capacidade de empreender resultados que aprofundem o papel social das organizações frente a sociedade.
Um dos maiores responsáveis no acompanhamento das ações sociais de empresas brasileiras, o Instituto ETHOS (www.ethos.org.br) torna acessível a qualquer empresa ou empreendedor, um conjunto de informações úteis e práticas, ao tempo em que publica anualmente um relatório com aquelas que mais se destacam.
Vale a pena conferir!
E investir.
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