
sábado, 14 de março de 2009
Atentado em curso contra a caderneta de poupança

quarta-feira, 11 de março de 2009
Da crise real: impactos e dúvidas

Petrobras e a Bolsa: Quebra de sigilo?

crédito imagem: arenapublica.wordpress.com
É conhecida na área econômica e de negócios como "inside information" ou informação confidencial, e - por razões óbvias, sua obtenção antecipada por parte de investidores é considerada crime contra o sistema financeiro na bolsa de valores.
Ao confirmar esta semana que operadores e corretores tiveram acesso antecipado a informações oficiais, sobre os resultados da Petrobras do último trimestre e do ano de 2008, além de quantificar valores destinados a distribuição de dividendos para acionistas antes do encerramento do pregão da semana passada- e portanto enquanto é possível fazer negócios com as ações da empresa, a CVM - Comissão de Valores Mobiliários, regente do mercado, precisa investigar a fundo a questão, punindo exemplarmente a empresa e aqueles que tiveram contato com o material - confidencial e carimbado como "preliminar".
Num mercado assolado pela desconfiança, o acesso por parte de indivíduos a este tipo de informação pode significar a diferença entre ganhar e perder, realizando ou livrando-se de posições em carteira, tal como se uma poderosa bola de cristal a serviço privado.
Não pode existir mais o menor espaço para desconfiança.
Ou para questionamentos, do tipo "será que foi a primeira vez?"
Satiagraha, Protógenes e a continuação: Beco sem saída?

segunda-feira, 9 de março de 2009
Você já fez sua boa ação hoje?

crédito da imagem: fabiosantos.files.wordpress.com
Você já fez alguma boa ação hoje?
Não?
Nunca é tarde para acreditar que a boa atitude pode mudar o mundo.
A começar em VOCÊ!
Com a crise instalada, é cada vez maior o risco das instituições ligadas a filantropia e ação social terem reduzidos os seus orçamentos, e a consequente disponibilidade de recursos que serão aplicados em seus programas sociais.
Existe - quase sempre - uma tendência a que o apoio as causas sociais seja visto como algo pontual e extemporâneo. O que põe em risco toda uma estrutura de trabalho - especialmente de Fundações, Institutos e ONG´s, que é centrada na mobilização de recursos entre indivíduos e empresas.
Com o panorama de contração, instabilidade e desemprego - o trabalho social e humanitário destas organizações vai depender, fundamentalmente, da crença em sua atuação, sua missão, seus conjuntos de valores e, acima de tudo, da visão de mudança provocada nos indicadores com os quais os seus projetos e ações programáticas acabam por interagir.
Saúde, Educação, Desenvolvimento Comunitário, Cultura - são apenas algumas das muitas áreas onde os investimentos sociais, de organizações sérias atuando no Brasil e no mundo, conseguem mudar a realidade e ampliar os horizontes de uma grande parcela da população, em diferentes regiões.
Pesquise e faça a SUA opção.
Só não deixe de ajudar, combinado?
EUA: Barack Obama trabalhando!

Que demostram a sua vontade em reformar o pensamento - equivocado - de seu antecessor, George W Bush, que além de mergulhar o país no caos econômico ainda foi o responsável pelo ressurgimento em grande escala do sentimento anti-americano pelo mundo afora.
Já seguiram, e estão sendo colocados em prática o pacote de ajuda financeira para a economia interna - limitando inclusive o salário de executivos das instituições financeiras que recebem recursos, a definição sobre a retirada paulatina do aparato militar no Iraque, o alinhamento do país a questão ambiental e ao Protocolo de Kyoto e, mais recentemente, a discussão sobre a questão da paz no oriente médio e a retirada do veto de seu antecessor com a retomada do apoio do governo as pesquisas genéticas realizadas com células-tronco.
Aos poucos, Barack Obama engrena a máquina.
E vai mudando a face dos EUA.
Para melhor.
Igreja e Modernidade: Excomunhão

Crise nas universidades: A história se repete
Rio de Janeiro e a Economia Solidária

O Tamanho da Crise

crédito imagem: www.humornanet.com/files2/imgs2008/brasileiro
Ela começou como aparente problema - localizado - nos EUA.
Falava-se muito da questão das hipotecas "subprimes" - ou de alto risco.
O mês: Setembro. O ano: 2008.
Passados quase um semestre, e a despeito das inúmeras intervenções e pacotes gigantes de ajuda ao sitema financeiro dos governos em todos os cantos do planeta, a crise internacional parece que ainda tem fôlego para crescer.
Os números das economias - emergentes ou não - desvelaram um quadro de perdas em todos os setores.
EUA, a Zona do Euro (Europa) e Ásia entraram oficialmente em recessão.
Do início da crise em 2008 até aqui, só nos Estados Unidos já são quase 2,5 milhões de postos de trabalho perdidos, fazendo com que o percentual de desempregados já ultrapasse os 8% de média nacional.
No Brasil, retração na indústria, férias coletivas e demissões.
Inclusive em empresas onde se imaginava impossível este quadro, como é o caso da VALE e da da EMBRAER - este último, a representar 30% do total de trabalhadores pré-crise.
No horizonte, a retomada do conceito de "estatização" de grandes bancos, pacotes econômicos de sustentação na China e muita discussão - em fóruns e gabinetes, de até onde a crise terá fôlego.
Não seria o contrário?
De volta ao BLOGANDO SÉRIO...
Muita coisa nova acontecendo, outras nem tanto.
Mas todas - com certeza - merecendo, aqui e acolá, um ou outro comentário.
Não é?
Estou de volta!
