sexta-feira, 21 de março de 2008

Semana Santa: Tempo de reflexao

Independente de religião ou crença.

Nada como aproveitar o momento para refletir um pouco mais na vida, na paz, no amor ao próximo.

Tempo de aproveitar a "paradinha estratégica" que representa, para muitos, apenas a oportunidade de comer chocolate e bacalhau, viajar, se desligar dos afazeres do dia-a-dia, para trazer ao cotidiano um pouco mais de espiritualidade.

E a receita ideal para quem, passado o domingo de pascoa, gostaria de ver colocada a sua vida numa dimensão de mais prosperidade.

Em todos os sentidos.

Feliz Pascoa!

A irresponsabilidade da Prefeitura do Rio

E do prefeito César Maia, no que diz respeito a epidemia de dengue (epidemia, sim - já constatada pelos números oficiais de casos e de óbitos na cidade), e a resposta muito lenta, beirando ao descaso, com os esquemas de combate preventivo que deveriam cercar o vetor do mosquito transmissor.
Enquanto vem respondendo a e-mails, alçando mão de acusacoes contra o ministério da saúde, alem de justificativas pessoais e nada convincentes para a população, inclusive sobre a não-utilização dos veículos que foram repassados no âmbito do SUS e que deveriam estar nas ruas dando combate a este caos na saúde publica municipal, mas que se encontram apodrecendo nos depósitos da prefeitura, o prefeito desdenha da cidade e de sua gente.
Seria muito mais apropriado utilizar-se de tal veemência e belicancia contra o Aedes Aegipty, que e quem vem ganhando a batalha no Rio.
Após três gestões como prefeito da cidade - que em alguns momentos tiveram seu resultados positivos, César Maia parece ter se acostumado com seu estilo de administrador.
Tem se gabado, gestão após gestão, daquelas que seriam suas próprias qualidades como administrador publico.
Ao próximo prefeito, caberá desmistificar o que fala.
Este humilde carioca sugere, por exemplo, um passeio que retorne a divida publica municipal na época do seu primeiro mandato.
E ao que ela - atualizada - representa nos dias de hoje, antevéspera do "passar de bastão".
Faltaria muito para um prefeito se auto-denominar "gestor da cidade".
O rombo nos cofres municipais e grande demais para permitir que o faca.
Principalmente quando se vai de encontro aos indicadores na área da saúde publica, verdadeiro fiasco do prefeito.
Em todas as suas administracoes.