E como sempre, motivado tanto por uma visão empreendedora incomum - com berço na educação familiar que recebeu, como pela capacidade de orquestrar as suas ações em terrenos pedregosos (como são a mineração e o refino de petróleo, por exemplo), mas também mais objetivos e engenhosos - como parece ser o de sua mais recente investida, o lançamento de um iate para cruzeiros...na Baía de Guanabara.
Tudo com o refinamento, pompa e circunstância - que são parte integrante de sua marca.
E com retorno garantido: Afinal, como afirmaram os VIPS que participaram da apresentação do iate esta semana, na Marina da Glória, trata-se de mais uma importante atração na Cidade Maravilhosa.
Que estava faltando.
sexta-feira, 21 de dezembro de 2007
Eike Batista ataca novamente
Roubo no MASP expõe irresponsabilidade com acervos
Câmeras de vigilância que funcionam mal, nenhum sistema de alarme e - pasmem, nenhum seguro das obras.
Coquetel explosivo quando se fala em guarda de um acervo de obras de arte preciosíssimas, entre as quais se destacam os dois quadros - de Portinari e de Picasso, que foram roubados, e cujo valor se estima superior a casa dos R$ 100 milhões.
Num roubo que durou menos de cinco minutos - já que não tinham mesmo com o que se preocupar, os ladrões atuaram como "especialistas de encomenda", já que as telas roubadas nunca poderão ser vendidas ou expostas públicamente.
Foi uma encomenda efetuada por algum outro bandido, colecionador particular, que terá que repousar apenas seus olhos sobre as valiosas telas.
O MASP, as autoridades policiais e o governo contataram agências internacionais, representações diplomáticas e museus de todo o mundo, divulgando o roubo das obras de arte.
Que poderia ter sido, ao menos, dificultado, como teria ocorrido em qualquer museu com acervo semelhante.
Agora se fala na falta de segurança dos acervos existentes, e na necessidade de se tomarem medidas e coisa e tal.
Típica atitude de colocar a tranca na porta depois de arrombada pelo ladrão.
Uma constatação, em que a facilidade dos ladrões exposta na mídia, só contribui para atiçar a mente dos larápios de plantão.
E a tristeza dos admiradores de arte.
Coquetel explosivo quando se fala em guarda de um acervo de obras de arte preciosíssimas, entre as quais se destacam os dois quadros - de Portinari e de Picasso, que foram roubados, e cujo valor se estima superior a casa dos R$ 100 milhões.
Num roubo que durou menos de cinco minutos - já que não tinham mesmo com o que se preocupar, os ladrões atuaram como "especialistas de encomenda", já que as telas roubadas nunca poderão ser vendidas ou expostas públicamente.
Foi uma encomenda efetuada por algum outro bandido, colecionador particular, que terá que repousar apenas seus olhos sobre as valiosas telas.
O MASP, as autoridades policiais e o governo contataram agências internacionais, representações diplomáticas e museus de todo o mundo, divulgando o roubo das obras de arte.
Que poderia ter sido, ao menos, dificultado, como teria ocorrido em qualquer museu com acervo semelhante.
Agora se fala na falta de segurança dos acervos existentes, e na necessidade de se tomarem medidas e coisa e tal.
Típica atitude de colocar a tranca na porta depois de arrombada pelo ladrão.
Uma constatação, em que a facilidade dos ladrões exposta na mídia, só contribui para atiçar a mente dos larápios de plantão.
E a tristeza dos admiradores de arte.
O Senado e Lula
Logo após impôr ao governo aquela que é considerada a sua principal derrota política - impedindo a prorrogação da CPMF, o senado federal deu mostras de como funciona bem na relação de poder com o executivo: Aprovou, em votação na casa que durou menos de 10 minutos, a medida da DRU - Desvinculação de Receitas da União, que permitirá a Lula remanejar até 20% (vinte porcento) das receitas previstas no Orçamento da União - sem necessidade de aprovação prévia do legislativo.
Na prática, um cheque em branco equivalente a quase três CPMF´s anuais.
Como se vê, é a relação típica da política tupiniquim: a do morde e sopra.
Na prática, um cheque em branco equivalente a quase três CPMF´s anuais.
Como se vê, é a relação típica da política tupiniquim: a do morde e sopra.
quinta-feira, 20 de dezembro de 2007
FBI, EUA e o novo governo Kirchner na Argentina
O tempo passa, o tempo voa... e a política latinoamericana parece que continua numa boa.
É claro que, por enquanto, não passam de especulações - de ambos os lados, até que seja provada a verdade.
Ou, que a bem das relações diplomáticas entre EUA e Argentina, o episódio seja forçosamente "esquecido".
Mas é certo afirmar, por exemplo, que a nova presidente Cristina Kirchner não contava iniciar o seu mandato dando panos para a manga, em assunto tão turbulento, quanto o possível financiamento de sua campanha a presidência com os petro-dólares de Hugo Chavez.
As agências de notícias - citando fontes do FBI, andam dizendo que os quase US$ 800 mil dólares apreendidos em malas, num jatinho fretado pelo governo e proveniente da Venezuela, são apenas a ponta do iceberg.
Como não dorme no ponto, a oposição da atual presidente já começou a enxergar como fustigar a aparente tranquilidade da Casa Rosada neste final de ano.
O assunto é, pelo menos, explosivo - tanto no mei político porteño, quanto entre a opinião pública.
A conferir.
É claro que, por enquanto, não passam de especulações - de ambos os lados, até que seja provada a verdade.
Ou, que a bem das relações diplomáticas entre EUA e Argentina, o episódio seja forçosamente "esquecido".
Mas é certo afirmar, por exemplo, que a nova presidente Cristina Kirchner não contava iniciar o seu mandato dando panos para a manga, em assunto tão turbulento, quanto o possível financiamento de sua campanha a presidência com os petro-dólares de Hugo Chavez.
As agências de notícias - citando fontes do FBI, andam dizendo que os quase US$ 800 mil dólares apreendidos em malas, num jatinho fretado pelo governo e proveniente da Venezuela, são apenas a ponta do iceberg.
Como não dorme no ponto, a oposição da atual presidente já começou a enxergar como fustigar a aparente tranquilidade da Casa Rosada neste final de ano.
O assunto é, pelo menos, explosivo - tanto no mei político porteño, quanto entre a opinião pública.
A conferir.
Lula e os casacos de US$ 375 milhões
Ao que parece, esqueceram de avisar ao cidadão brasileiro - acostumado a pagar altas somas nos desmandos da administração pública, e até a casa de leilões Sothebys, famosa por administrar a venda de preciosidades: Ao ser presenteado por Evo Morales na Bolívia com um par de casacos de motivos indígenas, Lula pode ter pago o maior preço por uma vestimenta já conhecido.
Com os novos investimentos brasileiros da PETROBRAS no país - anunciado com pompa durante o evento, de US$ 750 milhões, cada uma das peças saiu pelo incrível valor de US$ 375 milhões.
Sem acrescentar a diferença do valor real das refinarias, expropriadas no início do governo de Evo Morales, que juntas, custaram aos cofres bolivianos pouco mais de US$ 120 milhões.
Isso, depois de colocar Lula e chancelaria brasileira (leia-se aqui o ministro das relações exteriores, o pior titular da pasta nos últimos 30 anos), como se diz em bom espanhol " de rodillas" - de joelhos.
Com fotos do glorioso exército da Bolívia ao lado do patrimônio brasileiro expropriado.
Para os críticos de plantão, useiros e vezeiros em apontar o desperdício com a compra do avião presidencial por US$ 56 milhões, até que não foi mal negócio.
A compra do avião, claro.
Com os novos investimentos brasileiros da PETROBRAS no país - anunciado com pompa durante o evento, de US$ 750 milhões, cada uma das peças saiu pelo incrível valor de US$ 375 milhões.
Sem acrescentar a diferença do valor real das refinarias, expropriadas no início do governo de Evo Morales, que juntas, custaram aos cofres bolivianos pouco mais de US$ 120 milhões.
Isso, depois de colocar Lula e chancelaria brasileira (leia-se aqui o ministro das relações exteriores, o pior titular da pasta nos últimos 30 anos), como se diz em bom espanhol " de rodillas" - de joelhos.
Com fotos do glorioso exército da Bolívia ao lado do patrimônio brasileiro expropriado.
Para os críticos de plantão, useiros e vezeiros em apontar o desperdício com a compra do avião presidencial por US$ 56 milhões, até que não foi mal negócio.
A compra do avião, claro.
Polícia prende, justiça solta
Como já vimos inúmeras vezes, no caso da mega-operação realizada pela PF que resultou na prisão, em meados de 2007 , dos contraventores cariocas ligados a exploração do jogo ilegal - entre outros delitos, o STF - Supremo Tribunal Federal repetiu a história conhecida: Por força de decisão na casa máxima da justiça, esta semana serão colocados novamente nas ruas os réus.
Vão passar um natal alegre.
E em casa.
Vão passar um natal alegre.
E em casa.
terça-feira, 18 de dezembro de 2007
Detran do Rio é calcanhar de aquiles de Sérgio Cabral
Quem já teve que enfrentar, que o diga.
Mas entra ano, sai ano - neste ou em governos passados, e o Detran no Rio de Janeiro continua mesmo ingovernável.
Não se sabe se falta pulso do atual governador Sérgio Cabral, que tem se esforçado para mostrar serviço, mas que deveria estender a severidade das outras áreas de seu governo ao órgão - e definir que lá não se perpetuaria o quadro de má-gestão, que acaba colocando em dúvida a capacidade administrativa do próprio governo.
A impressão que se tem é que o Detran-RJ é uma caixa de pandora, e que o fato de sempre estar ligado as barganhas políticas da administração do estado, fez com que funcionasse ao sabor da incompetência e dos desmandos.
Para começar, o Rio de Janeiro é o único estado da federação a exigir a vistoria anual de veículos, que na prática não funciona: para disfarçar a cobrança da taxa - que é salgada, os proprietários de veículos são obrigados a enfrentar um via-crúcis mentirosa, desde o momento aparentemente "informatizado" da marcação da vistoria - nunca disponível, seja qual for o posto, para períodos inferiores a 3 ou 4 semanas, até o agendamento de horário para os serviços- que significa, na prática, espera em longas filas e até 5 ou 6 horas, dependendo do serviço.
Os funcionários dos postos - quase todos terceirizados através de contratos que, outrora, já deram margem a muita coisa feia, parecem não ter nem mesmo a idéia do que seja respeito ao consumidor, já que não obedecem - na prática, a hierarquia estabelecida para o autênticos funcionários públicos estaduais, em outros órgãos da administração pública.
A bem da verdade, sugiro ao governador que dê uma olhada no monopólio das empresas que fabricam as placas nestes locais, pois há indícios possíveis de uma contabilidade paralela e de subfaturamento da receita para o recolhimento de tributos ao próprio estado.
Para complicar, ao sabor das indicações políticas, poucos foram os últimos presidentes e diretores do órgão - que paga bem, para os padrões do funcionalismo oficial, que se dignaram a pelo menos visitar os locais de atendimento e entender o que ocorre de verdade.
Sob suas barbas.
E mais uma vez quem paga o pato são aqueles que, injustamente penalizados com uma das maiores - senão a maior, alíquota de IPVA do Brasil, são tratados como boi em matadouro.
Desrespeito que alcança os contribuintes mais idosos, já que nos locais de vistoria é comum o escárnio com os "velhotes", como muitas vezes são chamados os eleitores - que o governador sempre prezou muito em seu discurso político, não é verdade?!
A questão não está apenas em nomear apadrinhados para estes espaços da administração pública, mas principalmente em dar sequência ao modelo de sub-administração, atrasada e sem compromisso verdadeiro com a modernidade, corroído pela corrupção e pelo descaso com aqueles que depositam uma parcela considerável dos recursos do estado em impostos e taxas.
Não funcionaria tampouco, creio, a nomeação para postos-chave de militares ou de militantes, mas de administradores e gestores competentes, e com salvo-conduto para deslocar as peças que não funcionam mais e impôr a autarquia o estilo que o atual governador pretende em sua administração.
E como bom carioca, pagador de impostos e torcedor pela recuperação funcional do estado, estou a disposição para o que seja necessário.
Precisa ser, idealmente, reconstruído.
Nem que seja necessário refazer as suas fundações.
Mas entra ano, sai ano - neste ou em governos passados, e o Detran no Rio de Janeiro continua mesmo ingovernável.
Não se sabe se falta pulso do atual governador Sérgio Cabral, que tem se esforçado para mostrar serviço, mas que deveria estender a severidade das outras áreas de seu governo ao órgão - e definir que lá não se perpetuaria o quadro de má-gestão, que acaba colocando em dúvida a capacidade administrativa do próprio governo.
A impressão que se tem é que o Detran-RJ é uma caixa de pandora, e que o fato de sempre estar ligado as barganhas políticas da administração do estado, fez com que funcionasse ao sabor da incompetência e dos desmandos.
Para começar, o Rio de Janeiro é o único estado da federação a exigir a vistoria anual de veículos, que na prática não funciona: para disfarçar a cobrança da taxa - que é salgada, os proprietários de veículos são obrigados a enfrentar um via-crúcis mentirosa, desde o momento aparentemente "informatizado" da marcação da vistoria - nunca disponível, seja qual for o posto, para períodos inferiores a 3 ou 4 semanas, até o agendamento de horário para os serviços- que significa, na prática, espera em longas filas e até 5 ou 6 horas, dependendo do serviço.
Os funcionários dos postos - quase todos terceirizados através de contratos que, outrora, já deram margem a muita coisa feia, parecem não ter nem mesmo a idéia do que seja respeito ao consumidor, já que não obedecem - na prática, a hierarquia estabelecida para o autênticos funcionários públicos estaduais, em outros órgãos da administração pública.
A bem da verdade, sugiro ao governador que dê uma olhada no monopólio das empresas que fabricam as placas nestes locais, pois há indícios possíveis de uma contabilidade paralela e de subfaturamento da receita para o recolhimento de tributos ao próprio estado.
Para complicar, ao sabor das indicações políticas, poucos foram os últimos presidentes e diretores do órgão - que paga bem, para os padrões do funcionalismo oficial, que se dignaram a pelo menos visitar os locais de atendimento e entender o que ocorre de verdade.
Sob suas barbas.
E mais uma vez quem paga o pato são aqueles que, injustamente penalizados com uma das maiores - senão a maior, alíquota de IPVA do Brasil, são tratados como boi em matadouro.
Desrespeito que alcança os contribuintes mais idosos, já que nos locais de vistoria é comum o escárnio com os "velhotes", como muitas vezes são chamados os eleitores - que o governador sempre prezou muito em seu discurso político, não é verdade?!
A questão não está apenas em nomear apadrinhados para estes espaços da administração pública, mas principalmente em dar sequência ao modelo de sub-administração, atrasada e sem compromisso verdadeiro com a modernidade, corroído pela corrupção e pelo descaso com aqueles que depositam uma parcela considerável dos recursos do estado em impostos e taxas.
Não funcionaria tampouco, creio, a nomeação para postos-chave de militares ou de militantes, mas de administradores e gestores competentes, e com salvo-conduto para deslocar as peças que não funcionam mais e impôr a autarquia o estilo que o atual governador pretende em sua administração.
E como bom carioca, pagador de impostos e torcedor pela recuperação funcional do estado, estou a disposição para o que seja necessário.
O que será que pensa o amigo do Rio, Sérgio Cabral, a respeito do Detran-RJ?
Porque como está, não pode ficar.Precisa ser, idealmente, reconstruído.
Nem que seja necessário refazer as suas fundações.
Notícia triste para a natação brasileira
Agora foi confirmado oficialmente pela ODEPA - Organização Desportiva Panamericana: A nadadora Rebecca Gusmão fez uso de dopping durante o Panamericano do Rio, e como consequência, perde suas 4 medalhas obtidas durante as competições do evento.
A punição de Rebecca, como já se havia antecipado, pode significar ainda o banimento da atleta definitivamente do esporte.
Episódio lamentável para qualquer modalidade esportiva.
A punição de Rebecca, como já se havia antecipado, pode significar ainda o banimento da atleta definitivamente do esporte.
Episódio lamentável para qualquer modalidade esportiva.
segunda-feira, 17 de dezembro de 2007
A semana começará... no Rio!
Estamos chegando no natal, época em que o jornalista deste BLOGando Sério, por tradição, se junta ao clã para comemorar.
De partida para o Rio, onde estará com a filha linda, mãe, irmãos e sobrinhos.
Talvez inclua uma rápida ponte-aérea com BH.
Mas, sem parada prevista até o dia 24, pelo menos. Porque as notícias não param.
Ou seja, continuaremos o trabalho por aqui.
De partida para o Rio, onde estará com a filha linda, mãe, irmãos e sobrinhos.
Talvez inclua uma rápida ponte-aérea com BH.
Mas, sem parada prevista até o dia 24, pelo menos. Porque as notícias não param.
Ou seja, continuaremos o trabalho por aqui.
Caso Ryan Gracie é um alerta
Quando o Jiu-Jitsu (são várias as formas de grafar) foi , na família Gracie, primeiro trabalhado pelo seu valoroso patriarca Gastão, e depois teve continuidade através do seu filho Hélio, o foi no sentido mais puro das artes marciais: atingir o equilíbrio entre o corpo são e a mente, de tal forma que um se torne a extensão do outro.
Não era época de torneios vale-tudo, dos milhões de dólares movimentados em contratos de publicidade, marketing esportivo e sobretudo das bolsas de apostas - principalmente as existentes nos EUA, Ásia e Oriente Médio, numa história - guardadas as devidas proporções, que tem os contornos bem próximos a do Boxe Profissional.
As gerações que se seguiram neste mundo globalizado do "Ultimate Fighting", não apenas na Luta Livre (Wrestling) ou Jiu-Jitsu, acabaram sofrendo os impactos deste circo de luzes e sons, que não raro leva centenas e milhares de atletas a busca pela fama e pelo dinheiro rápido.
E quando a palavra de ordem é "vencer ou vencer", muitos acabam colocando suas próprias vidas em risco, com a mistura - explosiva dos anabolizantes (as populares "bombas"), das drogas sintéticas e cocaína - tudo temperado ao consumo, não raramente, excessivo de bebidas alcólicas.
Ainda é cedo para se falar no que leva um jovem, famoso no seu cenário de esporte, cometer uma sucessão de transgressões que culminaram com a sua prisão pela polícia em São Paulo, a poucos dias - e que, infelizmente, acabaram provocando sua morte no dia de ontem, na cela onde se encontrava recolhido.
Mas, um breve histórico de sua ficha - fora dos ringues, do resultado dos exames toxicológicos realizados logo após a sua prisão, e o depoimento emocionado de familiares sobre o seu comportamento do dia-a-dia, apontam para o flagelo das drogas.
Que não poupam ninguém.
A brilhante carreira de lutador - cinco vezes campeão mundial no principal torneio de luta que existe, acabaram se confundindo aos percalços e as tentativas de administrar o vício, segundo mostraram as reportagens com amigos mais chegados a Ryan Gracie.
Que serve de alerta.
E quem sabe, de reflexão para que se afirme: As drogas são o inimigo mais perigoso.
Mesmo para os campeões.
E que o lamentável episódio sirva de inspiração aos jovens atletas, para que busquem uma outra direção.
Pelo menos em relação a este desafio.
Não era época de torneios vale-tudo, dos milhões de dólares movimentados em contratos de publicidade, marketing esportivo e sobretudo das bolsas de apostas - principalmente as existentes nos EUA, Ásia e Oriente Médio, numa história - guardadas as devidas proporções, que tem os contornos bem próximos a do Boxe Profissional.
As gerações que se seguiram neste mundo globalizado do "Ultimate Fighting", não apenas na Luta Livre (Wrestling) ou Jiu-Jitsu, acabaram sofrendo os impactos deste circo de luzes e sons, que não raro leva centenas e milhares de atletas a busca pela fama e pelo dinheiro rápido.
E quando a palavra de ordem é "vencer ou vencer", muitos acabam colocando suas próprias vidas em risco, com a mistura - explosiva dos anabolizantes (as populares "bombas"), das drogas sintéticas e cocaína - tudo temperado ao consumo, não raramente, excessivo de bebidas alcólicas.
Ainda é cedo para se falar no que leva um jovem, famoso no seu cenário de esporte, cometer uma sucessão de transgressões que culminaram com a sua prisão pela polícia em São Paulo, a poucos dias - e que, infelizmente, acabaram provocando sua morte no dia de ontem, na cela onde se encontrava recolhido.
Mas, um breve histórico de sua ficha - fora dos ringues, do resultado dos exames toxicológicos realizados logo após a sua prisão, e o depoimento emocionado de familiares sobre o seu comportamento do dia-a-dia, apontam para o flagelo das drogas.
Que não poupam ninguém.
A brilhante carreira de lutador - cinco vezes campeão mundial no principal torneio de luta que existe, acabaram se confundindo aos percalços e as tentativas de administrar o vício, segundo mostraram as reportagens com amigos mais chegados a Ryan Gracie.
Que serve de alerta.
E quem sabe, de reflexão para que se afirme: As drogas são o inimigo mais perigoso.
Mesmo para os campeões.
E que o lamentável episódio sirva de inspiração aos jovens atletas, para que busquem uma outra direção.
Pelo menos em relação a este desafio.
Assinar:
Comentários (Atom)
