Câmeras de vigilância que funcionam mal, nenhum sistema de alarme e - pasmem, nenhum seguro das obras.
Coquetel explosivo quando se fala em guarda de um acervo de obras de arte preciosíssimas, entre as quais se destacam os dois quadros - de Portinari e de Picasso, que foram roubados, e cujo valor se estima superior a casa dos R$ 100 milhões.
Num roubo que durou menos de cinco minutos - já que não tinham mesmo com o que se preocupar, os ladrões atuaram como "especialistas de encomenda", já que as telas roubadas nunca poderão ser vendidas ou expostas públicamente.
Foi uma encomenda efetuada por algum outro bandido, colecionador particular, que terá que repousar apenas seus olhos sobre as valiosas telas.
O MASP, as autoridades policiais e o governo contataram agências internacionais, representações diplomáticas e museus de todo o mundo, divulgando o roubo das obras de arte.
Que poderia ter sido, ao menos, dificultado, como teria ocorrido em qualquer museu com acervo semelhante.
Agora se fala na falta de segurança dos acervos existentes, e na necessidade de se tomarem medidas e coisa e tal.
Típica atitude de colocar a tranca na porta depois de arrombada pelo ladrão.
Uma constatação, em que a facilidade dos ladrões exposta na mídia, só contribui para atiçar a mente dos larápios de plantão.
E a tristeza dos admiradores de arte.
sexta-feira, 21 de dezembro de 2007
Roubo no MASP expõe irresponsabilidade com acervos
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