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Ela começou como aparente problema - localizado - nos EUA.
Falava-se muito da questão das hipotecas "subprimes" - ou de alto risco.
O mês: Setembro. O ano: 2008.
Passados quase um semestre, e a despeito das inúmeras intervenções e pacotes gigantes de ajuda ao sitema financeiro dos governos em todos os cantos do planeta, a crise internacional parece que ainda tem fôlego para crescer.
Os números das economias - emergentes ou não - desvelaram um quadro de perdas em todos os setores.
EUA, a Zona do Euro (Europa) e Ásia entraram oficialmente em recessão.
Do início da crise em 2008 até aqui, só nos Estados Unidos já são quase 2,5 milhões de postos de trabalho perdidos, fazendo com que o percentual de desempregados já ultrapasse os 8% de média nacional.
No Brasil, retração na indústria, férias coletivas e demissões.
Inclusive em empresas onde se imaginava impossível este quadro, como é o caso da VALE e da da EMBRAER - este último, a representar 30% do total de trabalhadores pré-crise.
No horizonte, a retomada do conceito de "estatização" de grandes bancos, pacotes econômicos de sustentação na China e muita discussão - em fóruns e gabinetes, de até onde a crise terá fôlego.
Não seria o contrário?

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