Não poderia deixar passar desapercebido por aqui, o que está sendo considerado um dos maiores feitos da física e da engenharia dos últimos tempos.
Ele mesmo, o gigantesco acelerador de partículas contruído e instalado na europa (com a participação de cientistas brasileiros - viva!), que tem como principal objetivo repetir - em escala reduzida, claro - o que poderia ter sido o choque de partículas atômicas que criou o universo.
Como leigo (muito leigo) que sou, ao me comparar com renomados cientistas e teóricos da física, fico me perguntando: Ao encontrar as respostas que buscam e quem sabe, a partícula que pode ter dado origem ao que somos e conhecemos, poderíamos nos valer dela para criar um outro universo, paralelo? Um outro planeta, talvez?
Em estado primitivo de criação, para despachar para lá - imediatamente - uma boa parte daqueles que fazem da Terra um lugar cada vez mais difícil de habitar.
Se num momento posterior, o desta beleza que temos em mãos agora -e não conseguimos cuidar com carinho, já com mais consciência dos erros cometidos, quem sabe para mudarmos para lá?
Seja como for, e independente do resultado da experiência principal - que deverá ocorrer dentro de um período estimado em três anos, vale a pena a lembrança:
Se mundo igual não há, razão dobrada para cuidar do que temos por aqui.
Viva a Terra!
quinta-feira, 18 de setembro de 2008
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