E nao e cedo para afirmar que alguma coisa de muito errada acontece: a saida da ministra da acao afirmativa do governo, Matilde Ribeiro, confirmando as denuncias de uso indevido do cartao corporativo e as suspeitas que pairam sobre outros ministros de estado, ja seriam indicios fortes para que se levantasse mais a fundo a questao.
As decisoes recentes e as novas normativas publicadas para o uso dos cartoes de credito, bem como os levantamentos realizados pelo TCU nao serao suficientes para uma apuracao seria, enquanto a maior parte dos gastos estiver oculta sob a chancela de "seguranca nacional".
Reportagens esta semana nos principais veiculos de comunicacao dao conta que apenas um assessor direto do gabinete do presidente foi o campeao de uso do cartao de credito - ilimitado - que possui, e que foi utilizado para pagamentos em delicatessens, lojas de vinhos importados, supermercados chiques e outros locais, alem de saques em dinheiro - o que em principio desqualificam a tese de que o uso se realiza de maneira correta e legal.
A impressao que passa e a de que pode ter sido deixada aberta uma brecha na moralidade e na transparencia que deveria haver cercando esta questao.
Com a palavra os guardioes da lei.
Ja que, do planalto mesmo, espera-se o habitual desinteresse em apurar o que pode vir a ser mais um escandalo que tem endereco certo.
Que e o mesmo das despesas que esconde.
sábado, 2 de fevereiro de 2008
Farra com cartoes de credito no governo deve ser investigada
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