domingo, 11 de novembro de 2007

Doping na natação vira caso de polícia

É o que decidiu o presidente do COB - Comitê Olímpico Brasileiro, Carlos Artur Nuzman, na novela que parece se desenrolar, sobre a suspeita de doping com a atleta da natação, Rebeca Gusmão - medalhista de ouro para o Brasil no último Panamericano do Rio.
A decisão tem como objetivo - segundo o próprio Nuzman, demonstrar seu empenho pessoal - e institucional, com o regime de "tolerância zero" para casos deste tipo, envolvendo atletas brasileiros.
A situação da nadadora se complicou, após entrevista publicada nos jornais, realizada com a fiscal voluntária, responsável pelo acompanhamento da atleta durante as competições, que disse não ter sido possível fiscalizar, de maneira regular, os exames da atleta durante as competições, informando que teria sido até "impedida" de acompanhar a coleta de material em determinado momento.
Rebeca Gusmão - que já responde a outro processo que acusou doping em competição anterior (uso do hormônio masculino testosterona sintético), caso não consiga levar adiante a defesa destas acusações, além da perda das medalhas conseguidas nas últimas competições que participou - inclusive as do Panamericano, poderá ser banida do esporte.
Entristecido, como muitos brasileiros apreciadores do esporte, só nos resta acompanhar os próximos acontecimentos.
E torcer para um desfecho positivo - que, entretanto, parece cada vez mais distante.

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