Desta vez foi na Coreia do Sul, onde o vazamento de um petroleiro jogou no mar - proximo a uma area de preservacao ambiental, uma quantidade estimada de mais de 10 milhoes de litros de oleo in natura (cru).
Segundo informacoes das agencias de noticias internacionais, em funcao do tempo e dos fortes ventos o trabalho de contencao do estrago esta sendo bastante prejudicado.
O que pode aumentar o risco de que o acidente se transforme realmente numa catastrofe ambiental - a maior dos ultimos tempos na regiao.
Ja a algum tempo o mundo convive com noticias assim - em sua boa parte, fruto da ma conservacao da frota transportadora (navios-tanque), da falta de estrutura de armazenamento de petroleo em diferentes regioes do mundo e - principalmente, de instrumentos mais eficientes de controle e monitoramento de cargas como esta, que deveriam ser consideradas sempre como risco potencial.
Principalmente com todos os problemas que envolvem o seu transporte ja muito conhecidos.
Enquanto as empresas contabilizam como perdas operacionais tais situacoes, o meio ambiente sofre os impactos diretos destas tragedias.
Que poderiam, senao ser evitadas, ao menos causar danos menores quando ocorridas.
Muitas autoridades acreditam que apenas cobrar multas em face de crimes ambientais e o suficiente.
So que, na maioria das vezes, estes crimes ambientais sao cobertos pelos seguros das empresas.
O que torna a irresponsabilidade ainda mais inconsequente.
sábado, 8 de dezembro de 2007
Petroleiro causa desastre ambiental
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