segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

Venezuela: Democracia verdadeira derrota Hugo Chavéz

Foram pouco mais de 120 mil votos, margem considerada pequena - mas suficiente para que o "não" colocasse o presidente da Venezuela, Hugo Chavéz, um pouco mais do tamanho que mereceria ter, respeitadas as regras impostas pelo jogo democrático.
Nem a tentativa de confundir os eleitores - incluindo temas como a redução da jornada de trabalho, entre artigos polêmicos de uma reforma constitucional para o país que, na prática, lhe daria poderes quase absolutistas.
Ao anunciar o resultado, ganharam o povo venezuelano - e também a democracia na américa do sul, ante a ameaça da instalação de governos autocráticos na região.
A jornalista Míriam Leitão resumiu - durante o Bom Dia Brasil de hoje, de maneira suscinta - mas muito competente, que democracia " ao contrário do que pensam alguns no Brasil, não tem a ver com permanência indefinida no poder".
A alternância faz bem ao povo e ao país - e principalmente a democracia, em seu entendimento mais pleno.
Na Venezuela ou aqui, no Brasil.

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