sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

Eleicoes americanas ainda sao uma incognita

Principalmente apos o ganha-perde nas primarias dos primeiros estados americanos, onde o senador Barack Obama - democrata, supreendeu a senadora Hillary Clinton - tambem democrata, que conseguiu se recuperar um pouco mais a frente.
Entretanto, pesquisas de opiniao dao conta de que nao ha margem de seguranca que possa ser confiavel nesta eleicao - ainda que no ambito dos democratas a vantagem esteja com Hillary Clinton.
Ja do lado Republicano, por conta de uma mal fadada heranca "bushniana", os republicanos Mitt Rooney e John McCain estao disputando o favoritismo em meio ao estagio mais baixo de popularidade alcancado pelo atual - e republicano - George W Bush, que por sua vez esta anunciando esta semana um pacote de medidas na contramao do brasileiro, onde espera reduzir US$ 145 bilhoes do IR das pessoas fisicas e empresas americanas.
Em plena campanha eleitoral.
Com os analistas apontando para os EUA entrando em um estagio de pre-recessao, as perdas bilionarias dos bancos e das bolsas por conta do credito subprime (de alto risco) no esvaziamento da bolha imobiliaria, o petroleo ultrapassando os 100 dolares por barril, a guerra no Iraque - que a cada dia parece andar de marcha-re para a intervencao americana, o nivel baixo de emprego entre a populacao, alem de outras coisitas, a eleicao americana promete ser disputada ate o ultimo voto.
Sem previsao - acertada - do possivel vencedor, em seu sistema eleitoral pra la de complicado.
Sem garantia, mais uma vez, de que o candidato mais votado pela populacao venha a ser o eleito.
Coisas de um sistema eleitoral que resiste aos avancos.
E muitas das vezes decepciona os proprios americanos.

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