terça-feira, 9 de setembro de 2008

Barack Obama e John McCain...juntos

É o que promete ocorrer, quando os dois candidatos - e adversários políticos, se encontrarem em NYC para a celebração de memória do atentado terrorista de 11 de setembro de 2001.
A trégua nas campanhas tem a ver com um pedido de parentes das vítimas do ataque terrorista, e o sentimento dos próprios candidatos - que não querem ser acusados de fazer campanha num momento tão delicado e sensível para os americanos.
Pesquisas recentes, divulgadas pela mídia nos EUA, dão conta de um empate técnico entre os dois candidatos.
Mesmo com fôlego mais jovem e o carisma de Obama, da situação da economia interna americana, e com a aparente deslize do ideal tradição-família-propriedade republicano, ao escolher uma candidata a vice, Sara Palin, que chegou em meio a uma aparente onda de críticas conservadores sobre a gravidez de sua filha, de 17 anos e solteira, parece que McCain dá mostras de porque se tornou um herói condecorado, ao ficar mais de cinco anos prisioneiro de guerra no Vietnã, e não permite que se abra uma diferença significativa, que aponte um provável vencedor das eleições em outubro.
De qualquer maneira, é fato que o desenrolar do conflito no Iraque e o esforço de guerra que se comprometerá com a manutenção das tropas por lá, associado ao difícil momento da economia americana, continuarão a ser um poderoso trunfo para decidir a eleição.
Isso, convencendo-se o eleitor a ir as urnas e decidir o desempate.
Já que, vale a pena lembrar mais uma vez, nos EUA o voto não é obrigatório.
As próximas semanas - e o desenrolar destas questões, pode promover o veredicto.

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