E reflexos dela atingem os mercados financeiros e as bolsas de valores em todo o mundo.
No Brasil, por exemplo, a perda da BOVESPA já é a maior dos últimos anos.
E é seguida aqui, naturalmente, pela valorização do dólar americano - que já teve, ao contrário da Bolsa de Valores, a maior alta recente acumulada, com a cotação alcançando quase R$ 1,75 pela moeda.
O governo dos EUA decidiu intervir, e interviu nas maiores empresas administradoras de ativos imobiliários, no que promete ser o maior pacote de ajuda econômica de todos os tempos, que analistas estão prevendo ultrapassar os US$ 50 bilhões.
Sem garantias de que o mercado consiga se recuperar apenas com a ajuda - que privilegia investidores, bancos e especuladores, e que terá a conta paga pelo contribuinte americano.
A decisão do FED e do governo é a de tentar impedir que a situação continue a forçar a quebra de empresas financeiras e bancos, ampliando ainda mais a crise e os passos em direção a uma temida recessão.
No meio aos rumores, as ações da gigante Google, por exemplo, chegaram a cair mais de 5,5% em apenas um dia - no que foi a maior queda enfrentada por suas ações desde o lançamento na bolsa Nasdaq.
Passadas as tormentas e incertezas, será hora dos americanos planejarem o que fazer - desafio que aterrisa nas mãos do próximo presidente, Obama ou McCain.
terça-feira, 9 de setembro de 2008
Situação na economia americana não melhora
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