
E salva mais uma vez o pescoço do técnico Dunga.
Numa vitória onde os destaques foram Robinho e Kaká, o Brasil reconfirmou o histórico de favoritismo sobre o adversário - depois de uma impensável vitória da Venezuela no amistoso de meio de ano.
A seleção não foi perfeita, mas convenceu mais do que em jogos anteriores - e avançou na tabela de classificação : Está em segundo lugar no grupo.
De qualquer maneira é sempre preocupante um time que apresenta muitos altos e baixos, e parece que resiste um pouco a assimilar um estilo de jogo com a característica brasileira que faz a felicidade da torcida.
Sabemos que o futebol de hoje não é o de 70 - muito menos a CBF ou a FIFA, onde os interesses que dominam tem mais a ver com vitrine, licenciamento e direitos de imagem do que com futebol-arte.
O técnico Dunga - que todos concordam nunca foi um jogador espetacular, mas regular - foi escolhido e aceitou o desafio de comandar uma equipe de estrelas, de jogadores cada vez mais distantes do gingado que desafia o equilíbrio dos adversários em campo - e balança as redes no final.
Com raríssimas exceções, a ida cada vez mais precoce de talentos para times no estrangeiro - principalmente Europa, tem matado um pouco a fonte de criatividade única que se consegue por aqui, o estilo genuínamente brasileiro - do drible desconcertante e das jogadas que surpreendem os esquemas muito repetitivos de treinamento dos grandes clubes europeus.
Mas não custa apostar em dias melhores.
Numa vitória onde os destaques foram Robinho e Kaká, o Brasil reconfirmou o histórico de favoritismo sobre o adversário - depois de uma impensável vitória da Venezuela no amistoso de meio de ano.
A seleção não foi perfeita, mas convenceu mais do que em jogos anteriores - e avançou na tabela de classificação : Está em segundo lugar no grupo.
De qualquer maneira é sempre preocupante um time que apresenta muitos altos e baixos, e parece que resiste um pouco a assimilar um estilo de jogo com a característica brasileira que faz a felicidade da torcida.
Sabemos que o futebol de hoje não é o de 70 - muito menos a CBF ou a FIFA, onde os interesses que dominam tem mais a ver com vitrine, licenciamento e direitos de imagem do que com futebol-arte.
O técnico Dunga - que todos concordam nunca foi um jogador espetacular, mas regular - foi escolhido e aceitou o desafio de comandar uma equipe de estrelas, de jogadores cada vez mais distantes do gingado que desafia o equilíbrio dos adversários em campo - e balança as redes no final.
Com raríssimas exceções, a ida cada vez mais precoce de talentos para times no estrangeiro - principalmente Europa, tem matado um pouco a fonte de criatividade única que se consegue por aqui, o estilo genuínamente brasileiro - do drible desconcertante e das jogadas que surpreendem os esquemas muito repetitivos de treinamento dos grandes clubes europeus.
Mas não custa apostar em dias melhores.

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