Como decorrencia da intervenção militar e da linha dura imposta no Tibete, a China começa a colher os frutos amargos de sua condução politica na região, e que podem apagar a imagem que procura transmitir ao mundo como sede nas olimpíadas em 2008: A decisão da primeira ministra da Alemanha Ângela Merckel - que se seguiu a anterior do presidente da Polonia, de não comparecer a abertura dos jogos em julho próximo, alem da manifestação publica do primeiro ministro da Franca reforçando o seu entendimento sobre, igualmente, não participar da abertura dos jogos - seguida pela rápida convocação de uma reunião de lideres da União Europeia sobre o assunto, coloca em estado de tensão as relacoes politicas que envolvem a presença de chefes de governo nas olimpíadas de Pequim.
Caso as adesões ao boicote se concretizem - como e esperado, em face da irredutibilidade do governo chinês em lidar com a questão do Tibete de forma mais democrática, e certo que o espírito dos jogos se torna comprometido.
E que pode, na pratica, afetar a participação de delegacoes nas competicoes.
O que seria uma mancha triste para o esporte mundial.
segunda-feira, 31 de março de 2008
Olimpiadas na China sofrem primeiras baixas
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário