Em que pese a condição alcançada de popstar pelo mundo - recentemente na Europa, por conta de sua viagem a diferentes países e ao comício memorável realizado na Alemanha para centenas de milhares, Barack Obama ainda terá que suar muito a camisa - literalmente, se quiser buscar uma matemática mais favorável na disputa com McCain pela presidência dos EUA.
Obama, que vinha liderando as pesquisas de opinião com uma folga de até 8 pontos em relação a McCain, em que pese a tentativa de exposição internacional de suas idéias, parece que vem sentindo a tática do adversário em pregar - literalmente - nos meios de comunicação em sua campanha, a imagem de que apesar de popular, Obama não teria a experiência (e o pulso) necessários ao homem que irá governar os EUA pelos próximos quatro anos.
Analistas políticos e comentaristas das eleições americanas reforçam o quadro de indefinação, ainda que apontem Obama como o candidato que reuniria as melhores condições para virar o jogo.
Nunca é demais lembrar a herança do vitorioso: O menor índice de popularidade alcançado por um presidente (George W. Bush), uma guerra no Iraque que consome bilhões de dólares do seu orçamento, um sentimento de anti-americanismo que graça de norte a sul no planeta, um déficit na economia que alcança a casa dos trilhões de dólares, um estágio de inquietude da sociedade americana - generalizado por conta da ameaça de uma recessão, entre outras coisas.
Que vença o melhor.
E que DEUS continue a nos ajudar, seja ele quem for.
quarta-feira, 6 de agosto de 2008
Obama e McCain: Quadro indefinido nos EUA
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