quinta-feira, 7 de agosto de 2008

Preços do petróleo recuam no mundo

Em quase 20% (vinte porcento).
Será a confirmação da recessão nos EUA?
É certo que os preços não iriam sustentar-se nos níveis que alcançaram: Cedo ou tarde, viria a tona a realidade dos prováveis artificialismos do mercado ao redor da commodity, que empurraram o preço do barril a um nível de demanda que não existe, mesmo com o aumento de consumo nos países emergentes e em algumas das economias do primeiro mundo.
Na verdade, o que custa caro ao mundo é a ação de especuladores do mercado futuro, que acabam apostando suas fichas apenas no compromisso com o lucro fácil, grande e imediato.
O caso do petróleo vem sendo até, digamos, emblemático.
Mostra que numa economia global - como costuma se falar, mesmo o governo das nações de ponta e dos países produtores acabam perdendo terreno para estrategistas financeiros, sempre em relacionamento estreito com analistas de mercado que controlam a informação.
O recuo aparente dos preços do barril no mercado internacional, contudo, pode ser indicativo de luz vermelha para a economia da maior potência, os EUA.
O de entrada num período de recessão.
E aí, a economia internacional sofrerá real impacto.
De consequências, no mínimo, indesejáveis.

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