
Com certeza, trata-se de uma grande novidade na política, americana ou mundial.
E das melhores possíveis.
O presidente-eleito dos EUA, Barack Obama e seu vice - Joe Binden, ao articular o funcionamento do gabinete de transição (a posse ocorrerá em 20 de janeiro), tomaram a decisão de, nos diferentes gabinetes de coordenadores e especialistas da transição, estimular a participação dos simpatizantes de sua eleição e futuro governo, promovendo convites para a troca de idéias e de sugestões, em cada área de atuação.
A esta atitude, somou-se o fato de que o gabinete de transição (change.gov) está propondo uma revolução - positiva, na maneira de organizar o preenchimento das quase 9 mil posições de trabalho na administração que inicia, para que o tradicional esquema de indicação (nem sempre com mérito) dos postulantes aos cargos disponíveis.
Nela, todos os profissionais que são indicados, ou que se mostram interessados em trabalhar com o futuro presidente americano poderão concorrer, num processo que se assemelha mais ao realizado pelas empresas de "hunting" - ou seleção de executivos.
E onde, certamente, o "expertise" ou conhecimento objetivo sobre cada assunto, poderá ser levado mais em consideração do que o tradicional "QI - Quem Indica".
É grande a expectativa de que o próximo governo venha a se constituir num dos mais inteligentes e propositivos que foi estabelecido nos EUA, a contemplar-se, sem mistérios, cada uma destas iniciativas.
Eu mesmo fiquei surpreso - e feliz, por exemplo, ao receber um email do co-chair deste gabinete de transição montado na cidade de Chicago - Illinois, para assistir, por vídeo, um encontro interno a respeito do tema "Energia e Meio Ambiente", e de ser convidado a interagir com idéias e proposições.
Bacana, não?
Boas idéias, colocadas em prática, acabam por dar bons frutos.
Ao caminhar nesta direção, a administração Obama-Biden parece acertar em cheio.
A sociedade, passa a acreditar que as soluções para os problemas e crises, são possíveis.
E estão ao alcance do governo.
E das melhores possíveis.
O presidente-eleito dos EUA, Barack Obama e seu vice - Joe Binden, ao articular o funcionamento do gabinete de transição (a posse ocorrerá em 20 de janeiro), tomaram a decisão de, nos diferentes gabinetes de coordenadores e especialistas da transição, estimular a participação dos simpatizantes de sua eleição e futuro governo, promovendo convites para a troca de idéias e de sugestões, em cada área de atuação.
A esta atitude, somou-se o fato de que o gabinete de transição (change.gov) está propondo uma revolução - positiva, na maneira de organizar o preenchimento das quase 9 mil posições de trabalho na administração que inicia, para que o tradicional esquema de indicação (nem sempre com mérito) dos postulantes aos cargos disponíveis.
Nela, todos os profissionais que são indicados, ou que se mostram interessados em trabalhar com o futuro presidente americano poderão concorrer, num processo que se assemelha mais ao realizado pelas empresas de "hunting" - ou seleção de executivos.
E onde, certamente, o "expertise" ou conhecimento objetivo sobre cada assunto, poderá ser levado mais em consideração do que o tradicional "QI - Quem Indica".
É grande a expectativa de que o próximo governo venha a se constituir num dos mais inteligentes e propositivos que foi estabelecido nos EUA, a contemplar-se, sem mistérios, cada uma destas iniciativas.
Eu mesmo fiquei surpreso - e feliz, por exemplo, ao receber um email do co-chair deste gabinete de transição montado na cidade de Chicago - Illinois, para assistir, por vídeo, um encontro interno a respeito do tema "Energia e Meio Ambiente", e de ser convidado a interagir com idéias e proposições.
Bacana, não?
Boas idéias, colocadas em prática, acabam por dar bons frutos.
Ao caminhar nesta direção, a administração Obama-Biden parece acertar em cheio.
A sociedade, passa a acreditar que as soluções para os problemas e crises, são possíveis.
E estão ao alcance do governo.

Nenhum comentário:
Postar um comentário