Pois é, nem bem começa o ano e já temos um pequeno balanço dos acontecimentos que se repetem, de maneira quase constante.
Não faltaram nem mesmo as previsões dos "futurólogos da religião" - se bem que, para nossa felicidade, elas não tiveram mais o espaço que já ocuparam no passado-recente da TV brasileira: É muito chato ficar ouvindo a antiga cantilena de que "um fato marcante" ocorrerá na vida de artistas, jogadores de futebol e políticos - como acontece sempre, e que de previsão não tem mais consistência do que uma disputa de cara-ou-coroa ou de porrinha.
Fato marcante...
Mas, vá lá, engarrafamentos, acidentes e violência poderiam figurar menos nas páginas dos jornais e sites com informação em 1ro. de janeiro, se a prudência fosse a conselheira no apagar das luzes de dezembro.
Novamente o que se viu - para a nossa tristeza e preocupação, repetidamente depois do natal, foram uma série de ocorrências que ligam-se a inconsequência e a irresponsabilidade - ou ambas , com as quais as pessoas buscam conduzir a sua própria vida ou a de outros.
Os resultados?
Um número que aumentou - em alguns casos, em mais de 50% os eventos envolvendo a perda de vidas na passagem do ano, em relação ao mesmo período do ano anterior.
Só no Rio de Janeiro foram seis as vítimas de "balas perdidas" durante a passagem do ano - o que torna a celebração criminosa de alguns um problema para quem apenas buscava diversão e contemplação.
Ainda é cedo para se fazer um balanço do que foi a virada 2007-2008, pois estamos em primeiro de janeiro.
Mas, com certeza, neste quesito poderia ter sido bem melhor.
terça-feira, 1 de janeiro de 2008
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