Se é assim que se pode chamar o que cercou a operação, digamos - um tanto o quanto "publicizada", de um encontro que se supunha ser secreto, no interior de uma região da Colômbia, e que marcaria a devolução de sequestrados da FARC mantidos em cativeiro.
Hugo Chavéz - mais uma vez, se mantendo no centro das atenções, com uma audiência de "representantes políticos" presentes ao seu redor, para legitimar o que teria sido uma tentativa humanitária, de intermediação política em uma situação limite, que aflige a várias famílias de sequestrados pela guerrilha colombiana.
O Brasil estava representado pelo assessor de política externa de Lula, o nada-diplomata, nada-chanceler, nada-político Marco Aurélio "toc-toc" (lembram?).
Deu no que deu.
Com o agravante de ter remexido em sentimentos e expectativas muito sérias - e dolorosas, para quem está envolvido de verdade com a questão.
Poderiam ter sido poupados do triste espetáculo, batizado de "operação transparência".
quinta-feira, 3 de janeiro de 2008
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