Perguntas que - antes mais retóricas do que qualquer coisa, nos fazem refletir sobre o que estamos vivendo nos dias de hoje.
Uma semana no Brasil, onde um pai é preso pela polícia por ser o mandante de uma tentativa de assassinar a filha.
Seguida por notícia de que uma filha ateia fogo com gasolina a própria mãe - de 74 anos, que dormia em seu quarto, e que morre no hospital como consequência das queimaduras.
Discutir a questão de penas mais severas, parece não ser a solução: Nos EUA, a existência da pena de morte não consegue garantir a segurança do cidadão, especialmente nas grandes cidades.
De qualquer forma, lá o sistema penal que foi caçando aos poucos as brechas na Lei, utilizadas para procrastinar sentenças definitivas, também equipou suas polícias com inteligência e tecnologia ao longo do tempo, habilitando-a cada vez melhor para a solução de crimes, principalmente os de maior gravidade.
Sendo assim, e a bem da verdade, uma revisão - ainda que muito tardia, nos códigos de processo penal poderia lançar alguma luz para a sociedade: Sabe-se que as chicanas jurídicas, ou a exploração das brechas legais por advogados de criminosos, retarda quase indefinidamente - quando não chega a impedir, a ação efetiva da justiça, e a condenação dos mesmos.
E alcançarmos o estágio onde peritos e laboratórios técnicos nas polícias sejam equipados na mesma proporção que armas e viaturas são distribuídas para incentivar uma polítiva de confronto. Porque, mesmo com maior número de viaturas e policiais armados, a ação dos bandidos por aqui parece cada vez mais desinibida.
Por que não agem os legisladores?
Será porque alguns, com a consciência pesada por suas próprias faltas, temem sentir algum dia o peso da própria mão que revigoraria a justiça?
Mas e aqueles que têm a consciência tranquila, por que não tomam a iniciativa?
E persistem na mudança, doa a quem doer?
sábado, 16 de agosto de 2008
Violência : Pra onde caminha a Brasil?
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