Na discussão pela prorrogação da CPMF já se pôde antecipar, com grande clareza, o que se passou na votação havida no Congresso, em que o imposto permanente - travestido de contribuição provisória, em que o governou conseguiu arregimentar 30 votos a mais do que o necessário - foram 338 votos a favor e 117 contra a prorrogação.
Houve um pouco de tudo na sessão, de acusações de defecções da própria bancada - como no caso do DEM (antigo PFL), até insinuações de compra de deputados por parte do governo através da liberação de nomeações de apadrinhados para os 2o. e 30. escalões de cargos do executivo.
Tudo regado ao molho da empáfia tradicional de quem está por cima da situação, em caso de votação favorável - no caso o PT de Lula, que segundo líderes do partido, atribuíram as denúncias e posturas da oposição (?) ao tradicional choro dos derrotados.
Mas parece que a questão em torno da CPMF não se mostra tão simples, não apenas porque serão votados destaques e alterações do texto propostas pelos parlamentares, mas porque com a ida para a votação no Senado a discussão pode mudar de figura.
Vamos aguardar os próximos capítulos.
E, enquanto a novela não acaba, calcular direitinho a redução do saldo em nossa conta corrente.
quinta-feira, 20 de setembro de 2007
Acusações, defecções e choradeiras: Vale tudo pela CPMF
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