É claro que, guardadas as devidas proporções, o investimento em qualquer coisa é proporcional ao tamanho do recurso que se tem para fazê-lo.
Quanto mais dinheiro, mais possibilidade de investimento. Não está correto?
Ah é mesmo?
Por que então os investimentos em educação, saúde e outras áreas consideradas prioritárias como saneamento, meio ambiente, habitação, etc. nunca acabam com problemas destas áreas em municípios/cidades/metrópolis como Rio, São Paulo, BH, Porto Alegre, Fortaleza, Salvador,...?
Talvez seja porque a QUANTIDADE dos recursos não tenha, necessáriamente, uma ligação direta com a QUALIDADE dos investimentos que se realizam!
Parece que o Estado de São Paulo está saindo na frente (me corrijam se estiver equivocado, por favor), e vai aprovar um programa que premia com até 3 salários extras anuais, os professores da rede pública que atingirem as metas estabelecidas nos planos estratégicos de sua área.
Isto posto, sendo bem-sucedido na sua tarefa de educar, o professor se habilitaria a receber no final do ano, além do 13. sálario, um 14., 15. e 16. também!
Ainda não tenho maiores detalhes a respeito e voltamos depois com alguma pimenta
Seus comentários (principalmente de professores, claro) são esperados.

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