Todo mundo se recorda - com dor e tristeza, da nossa história recente de perdas em acidentes aéreos no Brasil.
Neste momento boa parte da mídia, pelo menos da que entendemos como principal, tem as suas atenções voltadas para a TAM, com o desastre em Congonhas do seu Airbus 320, nas etapas que se sucedem a montagem de um quadro realista de indenizações, envolvendo as famílias enlutadas, as seguradoras precavidas e os acionistas (da própria TAM, seguramente - mas das outras cias. aéreas igualmente, pois qualquer decisão acolhida tornar-se-á um poderoso precedente legal para acidentes envolvendo suas aeronaves).
Ao que se tem notícia, algumas indenizações - as que são consideradas as mais simples - mas não menos dolorosas e importantes, pois envolvem indenização as famílias de funcionários atingidos pelo acidente, que possuem suas apólices de risco e de seguro em grupo em aberto e com cláusulas bastante objetivas, já estariam sendo pagas.
Não se tem tido notícia muito precisa de como andam os acordos com a GOL, que anteriormente teve o acidente com seu boing 737.800 e seria muito importante - para a empresa e para a própria sociedade, ter atualizada uma informação a respeito.
De importante destes tristes acontecimentos traduz-se uma necessidade urgente de cada um, sujeito as mesmas intempéries do destino, buscar consolidar aquilo o que considera acertado, em termos de recursos, para suporte e amparo dos seus em momentos de falta do provedor.
É muito importante, numa conta simplista - eu sei, levar em consideração a expectativa de despesas mensais com a família, destacando-se as que são mais importantes e de longo prazo, que vão da educação até a maioridade dos filhos menores, a quitação de imóveis e bens que tenham sido financiados.
Estima-se que o choque da perda acabaria sendo muito pior quando a família se descobre em apuros financeiros imediatos, dos quais não tinha muito idéia.
É importante que se mantenha documentos atualizados, recibos de pagamento de apólices guardados e valores condizentes com a estimativa de conforto, que pode chegar a 10 ou 15 anos.
Pense nisto!
segunda-feira, 17 de setembro de 2007
A difícil arte de negociar o inegociável.
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