sexta-feira, 21 de setembro de 2007

Barbies, Pollys, Mattell e Recall de brinquedos chineses

Parece que alguns fabricantes de produtos, que têm suas linhas de produção na CHINA começam a se preocupar de verdade com a questão que envolve a qualidade final : É o caso recente da MATTELL - a mais poderosa empresa fabricante de brinquedos do mundo, dona de marcas conhecidas em nossas casas como Barbie, Polly, Max Steel, entre outros - verdadeira choradeira para crianças em épocas como aniversários, dia das crianças (que está chegando) e natal.
Detentora de invejáveis sucessos neste mundo - além dos citados, e de cifras de faturamento mundial que superam a casa dos bilhões de dólares, a empresa foi obrigada recentemenmte a realizar recall de seus produtos - alguns principais, no Brasil e em diversos países, por conta do perigo que algumas de suas partes - peças, tintas, componentes - poderiam ocasionar as crianças que se divertem com eles.
Já superam, no Brasil, 800 mil unidades recolhidas - de um total de mais de 20 milhões em todo o mundo.
Não é pouca coisa.
Principalmente se levantarmos o lado da questão - noves fora a Mattell, pois as prateleiras das lojas estão abarrotadas de brinquedos "made in china", oriundos de fabricantes que - com toda a certeza, não tem o mesmo empenho e interesse em identificar estes problemas.
É necessário agora que as autoridades brasileiras - como o que foi feito no caso específico da Mattell, através da suspensão temporária das importações e a retirada dos brinquedos suspeitos das prateleiras das lojas, venha concentrar a sua atenção em TODOS OS BRINQUEDOS que tem como origem a China, independente de serem fabricados por esta ou outra empresa.
O caso das Barbies, Pollys e outros passa a ser emblemático, por que coloca sob suspeita todos os produtos destinados às crianças que passam por estas linhas de fabricação e montagem (assembly, em inglês).
Em função do volume de suas importações, os brinquedos em especial deveriam passar por um crivo mais contumaz dos especialistas do INMETRO e de outros - se for o caso, responsáveis por atestar a sua segurança e qualidade, antes de avançarem na direção do mercado consumidor.
Pois, quando anunciados na TV e colocados nas prateleiras, doa-se a cabeça dos pais, tios, padrinhos, avós...
E dá-lhe choro dos pequenos!
Talvez seja o caso de resgatarmos um pouco mais o que seja educativo, regional, e menos "pasteurizado em massa" para as nossas crianças, eu sei e concordo.
Só não sei se é pedir muito.

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