Primeiro criar a figura do "tomar de assalto legal" e se entrincheirar na cadeira de presidente da Venezuela.
Depois, o caminho estava aberto para consolidar os planos de sua República Bolivariana - que acabou sendo apressado pela estratégia (convenhamos, não muito inteligente) da oposição política da Venezuela em retirar-se das eleições legislativas no país.
Por último - mas não finalmente, faltava apenas o controle formal, através de indicação/nomeação nas cortes de justiça e - voilá, estava assegurado o controle e a mão-de-ferro.
Depois, bastava aproveitar o momento internacional, de alta dos petro-dólares obtidos com a venda do produto mais cobiçado da Venezuela (depois das misses, é claro) - inclusive para o seu desafeto mais contundente, os "EUA-de-George-Capeta-Bush" como já mencionou em discurso na sede da ONU, e jogar para a platéia - sem importar-se muito até mesmo com o que pensam organismos aos quais deveria respeitar, como é o caso da própria OEA (leia-se Organização dos Estados Americanos).
Quando voce pensa que parou: Engana-se!
Agora os jornais dão conta de que ele está pregando vivamente a idéia de nacionalizar TODAS as escolas particulares/privadas na Venezuela.
A contar pelos dados oficiais dos institutos e organismos sérios existentes no país e os últimos relatórios da UNESCO (http://www.unesco.org/) sobre educação por lá, hum...não sei não...
terça-feira, 18 de setembro de 2007
Hugo Chaves nunca está satisfeito...
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