sexta-feira, 28 de setembro de 2007

Dualibi, Coríntians, MCI e os descaminhos da cartolagem no Futebol Brasileiro

Já não é de hoje que sabemos que "futebol é uma caixinha de surpresas".
A única diferença é que esta referência - popular, era usualmente sinônimo para "uma partida não está ganha até o apito final do juiz".
Pois é.
E parece que agora são juízes - bem diferentes dos árbitros, que são os responsáveis pelo "apito final", quando temos na pauta a direção de clubes de futebol no Brasil.
As histórias - muitas verídicas, de descaminhos praticados por dirigentes de clubes já fazem partem dos tribunais de justiça a muito tempo: Vão da falta de recolhimento de tributos e encargos trabalhistas de um lado, até o desvio de recursos oriundos de comercialização de jogadores, e patrocínios de empresas, passando - é claro, pela manipulação fraudulenta das receitas com jogos em seus estádios.
Com a história em pauta quentíssima do Coríntians em São Paulo - dono de uma das maiores torcidas de futebol do mundo e clube de primeiríssima linha, envolvendo conexões com o submundo do crime estrangeiro e contornos de negociações políticas suspeitas - que envolvem até o ex-ministro José Dirceu, penso que já é hora do meio esportivo, jogadores, torcedores, sócios de agremiações esportivas, seus funcionários - incluindo até os jornalistas especializados, abraçarem um movimento pela ética na administração dos clubes de futebol, como forma de marcar um posicionamento firme a respeito do assunto.
E estimular uma onda que possa dar um pouco mais de brilho ao tão apagado desempenho dos clubes "de ponta" neste quesito.
E resgatar os valores tão necessários a administração dos clubes, quanto de qualquer outra empresa ou empreendimento.
Vamos lá?

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